Beremiz, em Bagdá, conhece um vizir, o qual duvida de seus dons matemáticos e o desafia a contar no menor tempo possível quantos camelos haviam em um pátio muito grande. Mostre passo-a-passo o processo matemático que Beremiz usou para chegar ao resultado exato.
1°contou as patas dos camelos: 1028
2°contou as orelhas dos camelos: 514
3°somou as patas com as orelhas: 1541
4°dividiu a soma das orelhas(adicionando mais uma unidade, pois notou que um camelo não tinha uma orelha) e das patas pelo resultado da soma de quatro patas e duas orelhas: 1542/6 = 257.
Divisão dos pães
Beremiz e seu amigo bagdali na viagem para Bagdá, dividem pães com um mercador da cidade cujo eles estavam indo. Para a divisão Beremiz deu 5 pães e o bagdali 3 pães, os quais foram divididos em três pedaços cada um. Na chegada de Bagdá o mercador paga cada pedaço de pão que Beremiz e seu amigo deram, sendo que Beremiz fez um cálculo em que ele ficou com sete dinares e o bagdali com apenas um dinar. Explique qual foi o processo matemático que Beremiz fez, que resultou na divisão perfeita.
Beremiz: 5.3 = 15
Bagdali: 3.3 = 9
Cada um dos viajantes, que eram três, ficou com oito pedaços de pão.
Beremiz: 15 - 8 = 7
Bagdali: 9 - 8 = 1
Mercador: 7 + 1 = 8
Beremiz deu 7 pedaços de pão, e o bagdali apenas 1.
No final Beremiz divide igualmente os dinares com seu amigo, 4 para cada um, o que mostra que ele era um homem justo e bom.
Problemas de lógica
O Detetive
Muitos anos atrás, um detetive particular teve que contratar um novo assistente.
Ele tinha três candidatos para o cargo e resolveu lhes dar um pequeno teste. Ele disse:
- Olhem rapazes, há um crime que precisa ser resolvido e existe uma pista em uma das
bibliotecas públicas da cidade. A pista está presa dentro de um livro, entre as páginas
165 e 166. Dois dos candidatos imediatamente se retiraram, correndo atrás da pista.
O terceiro deles apenas ficou ali, sentado. O detetive deu o emprego para esse.
Por que ele ficou com o emprego? O que é que os outros dois candidatos não sabiam?
Resposta: O terceiro deles ficou parado pois soube que as páginas 165 e 166 estavam na mesma folha, por isso não poderia haver nada entre elas.
As Caixas
Existem duas caixas, "A" e "B". Um aviso na caixa "A" diz:"O aviso na caixa B é verdadeiro e o ouro está na caixa 'A'". Um aviso na caixa "B" diz: "O aviso na caixa 'A' é falso e ouro está na caixa 'A'.
Assumindo que existe ouro em uma das caixas, qual delas contém o ouro?
Resposta: O ouro está na caixa "A", pois se você ler bem o enunciado da caixa "B" estará escrito: " O aviso na caixa 'A' é falso o ouro ESTÁ na caixa 'A'. E o aviso na caixa "A" está escrito: "O aviso na caixa 'B' é verdadeiro e o ouro ESTÁ na caixa A'".
As duas Portas
Qual a pergunta que a pessoa deve fazer para que possa ter certeza que vai sair salva?
Resposta: A pergunta que a pessoa deve fazer para ter certeza de que sairá a salvo do lugar é: O que o outro guardião responderia se eu perguntasse a ele qual porta leve a salvação?
Dessa forma, o que fala a verdade estaria mentindo, pois estaria falando com as palavras do mentiroso. E o que fala mentira estaria mentindo quanto às palavras do verdadeiro. Ou seja, para qualquer porta, que qualquer um dos guardiões te indique, você deve ir para a contrária.
Muitos anos atrás, um detetive particular teve que contratar um novo assistente.
Ele tinha três candidatos para o cargo e resolveu lhes dar um pequeno teste. Ele disse:
- Olhem rapazes, há um crime que precisa ser resolvido e existe uma pista em uma das
bibliotecas públicas da cidade. A pista está presa dentro de um livro, entre as páginas
165 e 166. Dois dos candidatos imediatamente se retiraram, correndo atrás da pista.
O terceiro deles apenas ficou ali, sentado. O detetive deu o emprego para esse.
Por que ele ficou com o emprego? O que é que os outros dois candidatos não sabiam?
Resposta: O terceiro deles ficou parado pois soube que as páginas 165 e 166 estavam na mesma folha, por isso não poderia haver nada entre elas.
As Caixas
Existem duas caixas, "A" e "B". Um aviso na caixa "A" diz:"O aviso na caixa B é verdadeiro e o ouro está na caixa 'A'". Um aviso na caixa "B" diz: "O aviso na caixa 'A' é falso e ouro está na caixa 'A'.
Assumindo que existe ouro em uma das caixas, qual delas contém o ouro?
Resposta: O ouro está na caixa "A", pois se você ler bem o enunciado da caixa "B" estará escrito: " O aviso na caixa 'A' é falso o ouro ESTÁ na caixa 'A'. E o aviso na caixa "A" está escrito: "O aviso na caixa 'B' é verdadeiro e o ouro ESTÁ na caixa A'".
As duas Portas
Uma pessoa está diante de
duas portas, uma que leva à salvação, e outra a leva à morte. Cada porta tem um
guardião, que sabe o que há atrás da porta. Um dos guardiões somente fala a verdade,
e o outro somente
mentiras, e a pessoa sabe disso, mas não sabe quem é quem. A pessoa tem que
passar por uma das portas, e tem direito a apenas uma pergunta para um dos guardiões. Cada
guardião não sabe se o outro fala verdades ou mentiras, apenas a pessoa sabe
disso.
Qual a pergunta que a pessoa deve fazer para que possa ter certeza que vai sair salva?
Resposta: A pergunta que a pessoa deve fazer para ter certeza de que sairá a salvo do lugar é: O que o outro guardião responderia se eu perguntasse a ele qual porta leve a salvação?
Dessa forma, o que fala a verdade estaria mentindo, pois estaria falando com as palavras do mentiroso. E o que fala mentira estaria mentindo quanto às palavras do verdadeiro. Ou seja, para qualquer porta, que qualquer um dos guardiões te indique, você deve ir para a contrária.
Paradoxo
Monte de Areia
Um grão de areia não poder ser considerado um monte de areia, certo? Bem, considere a seguinte situação: um milhão de grãos de areia faz um monte, correto? Agora, esse monte de areia menos um grão continua sendo um monte, não é? Se tirarmos mais um, ainda assim é um monte, certo? Então, repetindo essa operação por várias e várias vezes, chegaremos ao ponto em que haverá apenas um grão de areia, e esse grão de areia será também um monte. A questão é: quantos grãos de areia fazem um monte?
O Paradoxo da FlechaMonte de Areia
Um grão de areia não poder ser considerado um monte de areia, certo? Bem, considere a seguinte situação: um milhão de grãos de areia faz um monte, correto? Agora, esse monte de areia menos um grão continua sendo um monte, não é? Se tirarmos mais um, ainda assim é um monte, certo? Então, repetindo essa operação por várias e várias vezes, chegaremos ao ponto em que haverá apenas um grão de areia, e esse grão de areia será também um monte. A questão é: quantos grãos de areia fazem um monte?
Para um objeto se mover,
sua posição no espaço deve mudar, certo? Pois bem, esse paradoxo do filósofo
grego Zeno de Eleia (495 a.C – 430 a.C) diz que os objetos não se movem.
Considere um instante como uma fotografia, cada espaço de tempo é uma
fotografia na qual o objeto está parado. O exemplo usado por Zeno é o de uma
flecha voando pelo ar. Se pudéssemos pegar o máximo de fotografias possíveis
durante o movimento, em todas elas o objeto está parado, ou seja, ele jamais se
moveu.
O Barbeiro
O Barbeiro
Imagine uma pequena
cidade aonde há apenas um salão de barbearia. Nem todos os homens da cidade vão
ao barbeiro, assim, a população masculina da cidade pode ser dividida em dois
grupos: os que se barbeiam sozinhos e os que vão ao barbeiro. Logo, assumimos
que o barbeiro faz a barba de todos os homens que não barbeiam a si mesmos,
certo? Mas aí caímos no seguinte paradoxo: o barbeiro faz ou não faz a sua
própria barba? Se não fizer, ele (como “consumidor”) deve fazer a própria
barba, ou seja, ele faz a sua barba! Mas se ele faz a própria barba, sua pessoa
(como consumidor) entra no grupo dos que não fazem a própria barba (por isso
vão ao barbeiro). Assim, se ele faz a própria barba, ele não faz a própria
barba! Pense, pense...
Nenhum comentário:
Postar um comentário